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    Serviço de Habilitação e Reabilitação no Âmbito da Assistência Social

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A ADVF foi fundada no ano de 2000 com 8 deficientes visuais, e  atende hoje a 46 pessoas com deficiência no total (35 de Fernandópolis e 11 da região), sendo visuais: com visão sub normal e cegos totais, além de ter feito alteração do estatuto social no ano de 2014 para atender também pessoas com deficiência física, intelectual leve e múltipla deficiência...
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A ADVF foi fundada no ano de 2000 com 8 deficientes visuais, e  atende hoje a 46 pessoas com deficiência no total (35 de Fernandópolis e 11 da região), sendo visuais: com visão sub normal e cegos totais, além de ter feito alteração do estatuto social no ano de 2014 para atender também pessoas com deficiência física, intelectual leve e múltipla deficiência. No ano de 2024 a OSC iniciou o SAICA - Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes denominado CASA ACOLHER, em outro endereço. 

Na Sede da ADVF a OSC desenvolve atividades de Habilitação e Reabilitação, onde promove a inclusão à vida comunitária, o fortalecimento dos vínculos familiares, a independência, o acesso aos direitos e a participação dos usuários e familiares na sociedade, a autonomia e a melhoria da qualidade de vida das pessoas participantes. A OSC conta com uma equipe específica e habilitada para viabilizar as ações às pessoas com deficiência e suas famílias favorecendo o desenvolvimento e possibilitando a autonomia e a inclusão na comunidade. A ação da equipe será sempre pautada no reconhecimento do potencial, dos talentos e habilidades dos usuários e da família, na aceitação e valorização da diversidade e na redução da desigualdade.

Ações/atividades que serão executadas pela OSC:

Atividade Básica–ABVD (Atividade Básica da Vida Diária)

  • Tarefa para autonomia na vida diária, nos autocuidados, vestir-se, técnicas para cuidar de sua residência como: varrer, limpar e organizar a casa, lavar louça, cozinhar (culinária) e outras; podendo ser em grupos e/ou individual.
  • Técnicas de Habilidades Básicas de Orientação e Mobilidade com os usuários que tem deficiência visual: diante dessa orientação o deficiente visual aprimorará o aprendizado no uso de seus sentidos para obter informação do ambiente, com o objetivo de dar acesso ao direito ir e vir para possibilitar a interação e participação no meio social. 

Atividade Instrumental – AIVD (Atividade Instrumental da Vida Diária) desenvolvimento pessoal e social da pessoa com deficiência e seu empoderamento, sentimento de pertença e como levar a vida da forma mais independente possível, favorecendo a integração e a participação do indivíduo no seu entorno e em grupos sociais. Através de pequenos grupos ou individual o usuário será deslocado até os supermercados, bancos, farmácias, quitandas, shopping ou lugares sociais que estejam dentro de suas necessidades, onde serão desenvolvidas técnicas para garantir o direito de conviver e desenvolver habilidades no seu cotidiano. As atividades podem ser em grupo e/ou individual.

Tecnologia Assistiva: Recursos de acessibilidade ao computador utilizando programas específicos como: TalkBack (leitor de tela para celular), Dosvox e Virtual Vision (leitor de tela para computadores) com tecnologia Adaptativa e Adaptações, que contribuem para proporcionar e/ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência visual e acesso às novas tecnologias para a pessoa com deficiência física dentro de cada necessidade do usuário promovendo consequentemente vida Independente e Inclusão. A atividade pode ser individual ou em pequenos grupos.

Roda de Conversa com usuários e familiares, através de palestras e/ou temas da atualidade com o objetivo de informar, orientar, estimular o diálogo, escuta e reflexões, sensibilização e troca de experiências, promover a defesa e garantia de direitos, a autonomia, estimular e fortalecer a participação do serviço ofertado, visando ser momento de encontro e fortalecimento da convivência familiar e a valorização das potencialidades. Os Profissionais envolvidos serão: a equipe Técnica e/ou Convidados que demandam sobre o tema oferecido.

Atividades Físicas aos usuários e familiares objetivando o enfrentamento de barreiras, fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, autonomia e independência e melhoria da qualidade de vida.

Atividade de Musica, vocal e instrumentos musicais. Através dos sons e suas vibrações, é possível desenvolver a capacidade auditiva e intelectual da pessoa com deficiência, fazendo com que desenvolva a linguagem, a memória e seu lado afetivo. Como resultado final, a música ainda pode estimular a interação social, quando são praticadas atividades musicais como meio de fazer com que a pessoa tenha um melhor relacionamento com os outros e, dessa forma, revenindo um possível isolamento.

Os usuários também têm todos os seus documentos de cidadania, priorizando a garantia de direitos tais como: carteira de vacinação em dia, passe livre, além de encaminhamentos para rede (exames, consultas e cirurgias e outros conforme sua necessidade) pela Assistente Social que também faz visitas periódicas na casa de cada usuário, avaliando a real situação do mesmo, orientando e tomando medidas pertinentes quando necessária, com o objetivo de também melhorar a qualidade de vida do cuidador do deficiente (quando houver, visto que muitos são sozinhos e abandonados por suas próprias famílias), pois os mesmos sofrem estresse por muitas vezes não saberem como melhorar a qualidade de vida e tratar adequadamente o deficiente, tornando um convívio desgastante e por muitas vezes conflitante. Sendo assim, a orientação do cuidador/familiar é imprescindível para atingir o objetivo prioritário da ADVF que é a reabilitação, garantia de direitos e desenvolvimento da autonomia para a inclusão social, processo que se fundamenta em princípios étnicos entre os quais se destaca o de reconhecer e respeitar o direito de oportunidades iguais perante a diversidade humana. A ADVF trabalha para favorecer uma convivência digna, igualitária e justa aos seus usuários no espaço comum da vida em sociedade. Conta com o apoio da comunidade, de eventos e doações para alcançar seus objetivos e das redes setoriais e intersetoriais.

"Deficiência não é sinônimo de dependência"

No SAICA "Casa Acolher" a OSC oferta Serviço de Proteção Social Especial de Alta Complexidade - Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes de 0 a 17 anos e 11 meses, em sintonia com a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais com capacidade até 20 acolhidos. O serviço é de ações de cunho multidisciplinar, contemplando o uso de elementos que atuem de forma positiva sobre o cuidado e atenção as necessidades individuais e coletivas dos acolhidos.

As etapas metodológicas compreendem inicialmente a elaboração do Plano Individual de Atendimento (PIA) de cada acolhido, meio pelo qual, serão desenvolvidas as atividades. O PIA será elaborado pela equipe técnica juntamente com o acolhido, quando houver possibilidade, Rede de Proteção e Garantia de Direitos das Crianças e dos Adolescentes e Família obedecendo a um processo contínuo de acompanhamento, avaliação e adequação. Ressalta-se que os documentos advindos do PIA serão arquivados em prontuário individual, e suas alterações deverão constar no mesmo instrumento.

Dentro da ação e do processo metodológico do serviço serão priorizados os atendimentos multidisciplinares, que se realizam através dos atendimentos individuais e grupais, visitas domiciliares, orientação quanto às redes de atendimento e direitos, numa perspectiva de emancipação e empoderamento do sujeito e fortalecimento da cidadania de cada acolhido.

As ações e atividades adotadas pela equipe são:

  • Acolher em condições de dignidade;
  • Propiciar que o espaço físico esteja compatível com os padrões de qualidade quanto à: higiene, acessibilidade, habitabilidade, salubridade, segurança e conforto.
  • Proporcionar ambiente acolhedor e espaços reservados para manutenção da privacidade do acolhido e guarda de pertences pessoais.
  • Viabilizar acesso a benefícios, programas, outros serviços sócios assistenciais e demais serviços públicos;
  • Assegurar o convívio familiar, comunitário ou social.
  • Ter vivências pautadas pelo respeito a si próprio e aos outros, fundamentadas em princípios éticos de justiça e cidadania;
  • Oferecer atividades segundo suas necessidades, interesses e possibilidades;
  • Realizar acompanhamento que possibilite o desenvolvimento de habilidades;
  • Respeitar seus direitos de opinião e decisão, proporcionando orientação e atendimento respeitoso e humanizado;
  • Ser ouvido e ter liberdade de expressão, necessidades, interesses e possibilidades;
  • Desenvolver capacidades para autocuidados, construir projetos de vida e alcance de autonomia;
  • Realizar a preparação para o desligamento do serviço (quando for o caso);
  • Utilização de instrumentais para controle de medicação via oral, de uso contínuo ou controlado, de acordo com prescrição médica.
  • Atendimento ao acolhido, de forma individual ou grupal, para apoio na convivência e sociabilidade.
  • Viabilizar o acesso à cultura, ao lazer e ao esporte, por meio de recursos da comunidade e proposta de atendimento, bem como os estímulos compatíveis com a deficiência de cada acolhido.

"Acolher é ouvir com o coração e falar com a alma” 

 

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